AH! ESTA REALIDADE DO ESPÍRITO."Tomé, chamado Dídimo, um dos doze, não estava com eles, quando veio Jesus. Disseram-lhe os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos e não puser a minha mão no seu lado, de modo algum hei de crer.
Oito dias depois estavam outra vez ali reunidos seus discípulos e Tomé com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se em, pé no meio deles e disse: Paz seja convosco. Em seguida disse a Tomé: chega aqui o teu dedo e olha as minhas mãos chega também a tua mão e põe-na no meu lado não sejas incrédulo, mas crente. Respondeu Tomé: Senhor meu e Deus meu! Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste? Bem-aventurados os que não viram e creram." (João, XX, 24-29.)
O Amor de Jesus excede a todo o entendimento humano. Na sua abnegação e no desejo que mantinha de fazer crentes sinceros, não mediu as exigências do Apóstolo Tomé, que disse só acreditaria na sua ressurreição ou sobrevivência se o visse e o examinasse.
E Jesus, completamente materializado, torna-se visível e tangível ao seu discípulo, satisfazendo assim os imperiosos desejos que ele tinha de alicerçar sua fé sobre provas positivas. Ensinou mais o Mestre: que essa Fé não era negada a quem quer que fosse, e aqueles que acreditavam sem ver já se achavam amadurecidos na crença, pois que já haviam observado fenômenos, não tendo mais necessidade de provas positivas por isso mesmo eram bem-aventurados.
Como se verifica, o modo de proceder de Jesus está em completo antagonismo com o dos sacerdotes das múltiplas Igrejas esparsas pelo mundo.
Enquanto estes exigem uma fé cega nos seus dogmas, Jesus procura demonstrar a Verdade com fatos palpáveis.
O Mestre não exige a escravidão da razão, o abastardamento do sentimento, antes respeita e proclama o livre-arbítrio de cada um, atributo esse concedido à criatura para o seu progresso moral, científico e religioso.
Consentindo Jesus que o seu Apóstolo o examinasse para poder crer, na ressurreição, preveniu também a todos, por certa forma, que o Consolador, o Espírito da Verdade, que ele enviaria em nome do Pai, reproduziria a sua Doutrina não só com palavras, mas com fatos da mesma natureza por ele produzidos. A Religião não consiste só em palavras e fatos.
"Assim como eu fiz, fazei vós também, disse o Divino Mestre a seus discípulos, porque eu fiz para vos dar o exemplo."
Em suas pregações dizia sempre Jesus aos que o seguiam: "Aquele que crê em mim, rios de água viva manarão de seu ventre", aludindo assim ao Espírito que deveria ser dado a todos que o seguissem.
Sem comunicação não há revelação, e sem revelação o homem material, ignorante, orgulhoso, egoísta, não poderia ocupar-se com assuntos que se referem à sua vida espiritual retardaria o seu progresso e sua felicidade.
Assim como não pode haver fraternidade e paz sem religião, não pode também haver religião sem comunhão espiritual.
Meus caros irmãos e irmãs , pensem nisso...
Soli Deo Gloria...
Dominus Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
Eu sou RAY PINHEIRO.
domingo, 1 de maio de 2011
AH! ESTA REALIDADE DO ESPÍRITO !!! ( RAY PINHEIRO )
AH! O PODER DA NOSSA FÉ !!! ( RAY PINHEIRO )
AH! O PODER DA NOSSA FÉ...
"Tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste" -
Marcos - Cap. 5, v. 27.
Jamais apareceu alguém no mundo que conseguisse colocar limites à fé. O seu poder suplanta quaisquer fronteiras, que o homem, por ignorância, queira lhe impor. Não há criatura que possa viver sem fé. Muitos julgam não a possuírem, mas se enganam completamente. Ela vive dentro de todos os seres, variando sua intensidade numa escala progressiva, e de acordo com a evolução espiritual de cada um. Dessa forma, espírito algum tem o mesmo quilate de fé que seu semelhante, indo sua variação, de parcela mínima, até o infinito. Porém, só Deus possui a totalidade dessa virtude.
Várias dúvidas persistem no meio humano. Pergunta-se se em outros reinos, abaixo do homem, existe a fé. Deus não Se esquece de nada que foi criado e é sustentado por Ele. Porém, a fé mais pura ou menos pura só surge no ser quando já dotado de razão. Isso é da lei. Nos outros degraus evolutivos à retaguarda do homem há rudimentos da fé que, algum dia, irá brotar com a força da razão. E como se comparássemos o instinto do animal com a razão humana. Ambas as forças procedem da mesma fonte mas, no ser humano, esse dom já mostra claridades do aperfeiçoamento.
A fé, para o espírito, é tão necessária como o ar o é para o corpo. A ciência do mundo já quis destruir a fé dos homens em Deus e na vida que continua depois do túmulo. Jamais conseguiu e nem conseguirá, pois, ao invés de combatê-la, está avivando ainda mais, nas almas, essa certeza de que nada morre. Tudo viveu, vive e continuará a viver sempre.
As leis de Deus não podem ser mudadas. Há que compreendê-las. E sua descoberta requer muita ciência e bastante fé. Que o Senhor abençoe os homens, fazendo com que a ciência procure os olhos da fé, para não perderem muito tempo em vislumbrar Deus por onde passarem. Não existe outro caminho, e o tempo espera esse acontecimento. A ciência material representa a fé humana, enquanto a ciência espiritual, a fé divina. Necessário se faz que as duas se unam, completando-se para maior felicidade dos homens e do mundo.
Estudemos, com Jesus Cristo, o poder da fé.
Havia uma mulher que há doze anos estava desenganada pelos médicos, narra o Evangelho. Desesperada, ela tem notícias de que Jesus estava operando maravilhas e vai à procura do Mestre, enfrentando todas as dificuldades, pois outros também O procuravam. Avança daqui, força dali, varando a multidão, até que consegue tocar na orla das vestes do Nazareno. Sente, então, um bem-estar estranho penetrar-lhe o corpo e alojar-se, demoradamente, em suas entranhas.
Cristo possuía, em torno de Si, um manancial de forças magnéticas indescritíveis. Era um potencial de luzes nunca visto nem sentido por seres humanos, porquanto o Mestre procedia de regiões divinas. Mas o poder da fé levanta o padrão vibratório, nivelando-o em quem, pelo menos, tocasse Jesus e que já vivia em estado de perfeição espiritual. E a mulher tinha o mais alto grau de certeza quando os seus dedos, de leve, tocaram as vestes do Cristo da poderosa aura do Mestre fluiu certa quantidade de magnetismo espiritual que, bafejando todo o seu ser, alojou-se como por encanto, no lugar enfermo, atendendo a seu pensamento que se fixava na região doentia, e restabelecendo o órgão em desequilíbrio.
Jesus, sentindo o fenômeno, pergunta: - "Quem tocou em mim?" Ao que, assustados, responderam os discípulos: - "O povo é que te comprime, Senhor".
Jesus não se dá por satisfeito, olha em torno para reconhecer quem o havia tocado e depara com a mulher que, meio trêmula, de joelhos, Lhe diz: - "Fui eu, Senhor".
O Mestre, olhando-a compassivo, deixa entreabrir os lábios com um leve sorriso e afirma: - "A tua fé te salvou. Vai em paz e fica livre de teu mal".
O poder da fé é sem limites e, assim reconhecendo-a, cientes de que ela dormita em nós, despertemo-la. E já que não podemos tocar as resplandecentes vestes de Jesus, toquemos, com os dedos dos sentimentos, Sua roupagem evangélica, esperando provar a ventura de ouvir, a exemplo da mulher enferma citada no Evangelho: - "A tua fé te curou".
"Tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste".
Devemos pensar nisso...
Soli Deo Gloria...
Dominus Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
Eu sou RAY PINHEIRO.
AH! MINHAS APRECIAÇÕES E PESQUISAS ESPÍRITAS SOBRE O CARNAVAL !!! ( RAY PINHEIRO )
Ah! Minhas Apreciações Espíritas Sobre o Carnaval.
(Pesquisa e texto RAY PINHEIRO )
A vida humana constitui-se uma seqüência de roteiros, alguns pré-estabelecidos e consensados, em função do planejamento encarnatório, outros livre e posteriormente escolhidos por nós quando “em caminhada”. A intenção de cada espírito que reencarna é a de avançar com boa vontade e coragem. Para tanto, nas diversas contingências da vida, haveremos de ter a disposição de dizer SIM ou NÃO às opções disponíveis, relembrando uma das lições daquele sublime carpinteiro (“seja o teu falar, sim, sim e não, não”).
Diante de tantas “ocupações” deste mundo, em que é opção nossa escolher o que e como fazer, há o lazer, definido pelos dicionaristas como “descanso, ócio, vagar, passatempo” e que tem recebido nova conceituação ou valoração, para alcançar o espectro de experiência humana que possa proporcionar a vivência e o desenvolvimento de valores específicos, contribuindo para a realização de cada pessoa, e expressando, ainda, o aumento da qualidade de vida e a melhoria da saúde (física ou psíquica).
Há, em verdade, tantas formas de diversão, recreação ou entretenimento disponíveis ao homem contemporâneo, alguns verdadeiros meios de alegria salutar e aprimoramento (individual e coletivo), para nossa escolha. Como exemplos, teríamos: passeios, gincanas, peça de teatro ou filmes de cinema, festinha familiar, futebol com os amigos, brincadeiras com filhos, etc.
No âmbito cultural, devem ser consideradas, também, as especificidades de cada região, quando as tradições implicam na promoção de festejos (populares ou religiosos) que interessam às pessoas que ali residem, bem como atraindo visitantes e turistas. No cenário brasileiro, exemplo típico é o carnaval, que alcança em determinadas metrópoles, uma vasta e detalhada programação, em ambientes públicos ou privados, oferecendo diversas opções de lazer para as pessoas.
Mas, ao contrário do que muitos pensam, o carnaval não é um evento originariamente brasileiro. Suas origens datam na Idade Antiga, onde, na velha Roma, capital do mundo, havia orgias templárias em homenagem aos deuses (Lupércio, Saturno, Baco), com luxúrias e excessos de toda a ordem (desde o prato até as experiências sexuais). Nestas priscas eras, o carnaval simbolizava a miséria moral dos humanos, ao lado da fartura material, com visível colheita de sofrimentos (doenças, crimes e barbáries).
No Brasil, o carnaval foi introduzido pelos portugueses provavelmente no século XVII, com o nome de Entrudo, uma forma popular de brincar, que persistiu durante a Colônia e a Monarquia, que consistia num folguedo alegre, mas violento e selvagem, pois as pessoas atiravam, umas nas outras, água com bisnagas ou limões de cera e depois pó, cal e tudo que tivessem às mãos. Depois, a prática foi substituída por elementos menos agressivos, como o confete, a serpentina e o lança-perfume. Em 1840 realizou-se o primeiro baile de carnaval e, seis anos depois, surgiu o “Zé Pereira”, um grupo dos foliões de rua com bombos e tambores. Na seqüência, brotaram os cordões, as sociedades carnavalescas, blocos e ranchos, bem como o corso (hoje desaparecido), que consistia num desfile de carros pelas ruas da cidade, todos de capota arriada, com foliões fantasiados atirando confetes e serpentinas uns nos outros. Em 1929, foi fundada a primeira escola de samba (Deixa Falar), no bairro do Estácio (Rio de Janeiro – RJ).
Datam desta época as diversas manifestações populares (gracejos, pilhérias, brincadeiras e folguedos), reunindo amigos e familiares, que se fantasiavam, procurando mostrar-se criativos, chamativos, originais, satirizando os problemas sociais da época, os vultos políticos ou imitando a natureza. Esta prática, algum tempo depois, transformou-se em “travestismo” (com homens vestidos de mulheres e vice-versa, ou, assaz, fantasias de nobres, reis, rainhas, piratas, almirantes, generais, artistas, como a representar personalidades desejadas ou vivenciadas em vidas anteriores).
Segundo especialistas e historiadores, nas épocas inaugurais do festejo em nossa pátria, não havia abusos de natureza sexual. Foi com a expansão da Sociedade que começaram a surgir os transtornos de ordem moral e os desajustes sociais, transformando o carnaval em veículo para o desaguar dos chamados caracteres “tortuosos”, dando vazão aos instintos e às manifestações de natureza inferior.
De algum tempo para cá, os maiores reflexos da prática são a violência e a animalidade, que desembocam em brigas e conflitos nos salões e nas ruas. Triste espaço para a exposição dos “dramas da alma”, que explodem no corpo. O travestismo libera as nódoas do psiquismo, as frustrações, os desagravos, a sede de vindita e os variados tormentos íntimos que o ser experimenta, desaguando, por certo, em gravames para esta e outras vivências espirituais, débitos a serem saldados em novas experiências. Uma pena!
Os defensores do carnaval dizem que o mesmo é um extravasador de tensões, libertando as energias... Todavia, no período carnavalesco, não encontramos diminuídas as taxas de agressividade e as neuroses – verdadeiro somatório da violência urbana e de infelicidade familiar jamais vistas no mundo contemporâneo.
No campo da sexualidade, é notório constatar que o indivíduo se permite uma maior permissividade, no clima de “brincadeira”, já que, “de cara limpa” e no cotidiano das obrigações sociais, não lhe seria lícito agir de tal modo, tanto em razão do julgamento popular quanto pelo cerceamento promovido pela legislação humana.
Há, também, os que dizem: “- Só vou me divertir!” Há, realmente, no carnaval, apenas manifestações de alegria, descontração e expansões de júbilo? Os festejos funcionam, mesmo, como válvula de escape para as tensões diárias, fomentando a tranqüilização da alma e o reequilíbrio das funções psíquicas? Não creio! Em sua imensa maioria, os foliões “encarnam” a perversão e a enfermidade espiritual que jorra, a loucura que campeia, infreada, devassando e infelicitando...
Especialistas em psicologia constataram, após algumas pesquisas com casais, que “[...] de cada dez casais que caem juntos na folia, sete terminam a noite brigados (cenas de ciúme, intrigas, etc.) que, desses mesmos dez casais, posteriormente, três se transformam em adultério que de cada dez pessoas (homens e mulheres) no carnaval, pelo menos sete se submetem a coisas que abominam no seu dia-a-dia, como o álcool e outras drogas [...]. Concluíram que tudo isto decorre do êxtase atingido na grande festa, quando o símbolo da liberdade, da igualdade, mas também da orgia e da depravação, estimulado pelo álcool leva as pessoas a se comportarem fora de seus padrões normais”.
Muitos afirmam, com honestidade, que não vão para o carnaval com intenções malévolas. Mas, presentes em tais ambientes, a sintonização será possível e, uma vez formada estaremos fornecendo campo propício para influenciações de toda ordem. Ademais, a “boa intenção” inicial contrasta com a inutilidade e materialidade dos interesses, além de representar a concretização do preceito: “Diz-me com quem andas e eu te direi quem és”.
Por isto, a pergunta que não quer calar, é: conseguiremos nós resistirmos ao rolo-compressor das baixas energias, mantendo-nos “imunes” aos apelos de vivenciarmos emoções, alimentarmos vibrações e experimentarmos sensações nos ambientes carnavalescos?
Outros podem enunciar: “- O que há de mais no carnaval?” Respondemos: só há de menos. Após o imediatismo dos gozos e alegrias fugazes, fundados sobre relações espúrias ou ambientados em envolvimentos “sem compromisso”, como todo fogo fátuo, as vivências deixarão os que nele se locupletaram nas valas da frustração e do arrependimento, mais cedo ou mais tarde... Quando trabalho com o jovem, temas ligados aos relacionamentos humanos e à sexualidade, procuro salientar que determinadas práticas, apesar de preliminarmente “atraentes” levam criaturas à viciação, porque a necessidade “nunca cessa” e o espírito nunca está satisfeito. Entrevistas com pessoas que têm comportamento promíscuo ou livros psicografados que enquadram personagens que valorizaram o “prazer a qualquer preço” são os primeiros a confessar que, após cada vivência, sentiam desejo e necessidade de outro, e mais outro, a fim de experimentar de tudo e com todos, numa espécie de fome ou sede nunca saciados.
Neste aspecto, então, aproveito para dizer que o carnaval não é somente uma festa de cunho material. É profundamente ESPIRITUAL, em razão dos consórcios que se formam entre os encarnados e os desencarnados, além, é claro, das associações tanto entre encarnados quanto entre desencarnados. Na faixa vibratória dos Espíritos infelizes e dentro do princípio do “semelhante atrai semelhante”, criaturas daqui e de lá, ávidas por tal tipo de energia, promovem uma profunda simbiose. No que tange às entidades desencarnadas, através das faculdades mediúnicas é possível visualizar e perceber a nociva influência destas sobre os foliões, pelas leis de afinidade psíquica.
Deste modo, há espíritos (encarnados e desencarnados) deprimidos, violentos, zombadores, levianos, sexólatras, e, até, impiedosos magnetizadores, que, aproveitando-se de nossa “guarda baixa”, apropriam-se de nossos campos mental e sentimental para encontrar guarida e tirarem proveito.
Os cinco dias de folia, assim, poderão se transformar em cinco séculos de penosas reparações, dependendo do que fizermos, e das tramas que entabularmos no cordel das ações e reações que vinculam seres e estabelecem dívidas entre os seres que se locupletam nas relações sem ciência e responsabilidade. Por detrás da aparente alegria e transitória felicidade, revela-se o verdadeiro atraso espiritual em que ainda vivemos, pela explosão de animalidade que ainda impera em nosso ser.
Neste cenário, percebe-se a estreita ligação do carnaval com o álcool, as drogas alucinógenas, a violência, o ato sexual sem responsabilidade, o adultério e os crimes de variadas formas.
“O carnaval é aquele fruto apodrecido, do qual ainda não soubemos tirar a mensagem de advertência, atenção e vigilância, observando, ao longo do tempo, a semente infeliz que há germinado nas almas incautas, gerando colheitas de decepções e dores de elevada monta.”
Um aspecto pertinente a salientar é a questão da realização de eventos ou trabalhos espíritas especiais no carnaval. Importante frisar acerca da necessidade de ocupar nossos jovens ou adultos em atividades de educação, cultura e arte, motivando-os durante todo aquele período. É de se lamentar quando os mesmos não são programados...
No que concerne aos trabalhos corriqueiros e usuais do centro, casa espírita recomenda-se não interrompê-los, sobretudo porque são os dias em que mais se necessita das preces e vinculações com os Bons Espíritos, que auxiliam os seres “caídos nas sarjetas”, indigentes espirituais que se perderam nas curvas do caminho. Mas, não nos esqueçamos de que diversas casas acham-se situadas em locais de intenso movimento carnavalesco e, ainda que não estejam no “meio do burburinho”, também os companheiros precisam deslocar-se de seus lares, atravessando o tumulto dos centros urbanos e locais destinados à folia. Assim, caso se decida pela interrupção dos trabalhos (por motivos de segurança/conveniência), isto não implica deixarmos de VIGIAR e ORAR, onde e com quem estivermos, servindo como verdadeiras antenas de nobres inspirações e assistência necessária, como verdadeiros cristãos e espíritas, que desejamos ser.
Certamente, o traço mais desolador de todo este contexto é o cenário da quarta-feira de cinzas: pessoas exaustas, esgotadas, embriagadas, desfalecidas, adoentadas, machucadas ou mortas... Muitas delas, com reflexos pessoais, conseqüências de atos impensados ou dos acidentes. Quantos perdem a vida nas estradas, em desastres automobilísticos? Quantos se envolvem em discussões e brigas, das quais resultam assassinatos, que, em condições de normalidade e sobriedade, não teriam acontecido? Quantos sobrevivem com seqüelas físicas ou psíquicas? Quantos contraem enfermidades, em sua maioria, transmissíveis por via de canais genésicos, e que só serão “descobertas” anos depois? Quantos, decepcionados ou deprimidos, ante os insucessos das tentativas e as negativas de outrem, não dão cabo de sua própria vida? Quantas mulheres não se tornam vítimas de estupros ou atentados violentos ao pudor, em razão de suas roupas sumárias ou de suas condutas, bem como em face da permissividade que povoa os salões de clubes e as esquinas pouco iluminadas das cidades? Quantos, por força de determinados comportamentos, comprometer-se-ão, espiritualmente falando, com criaturas cuja associação perdurará além do véu da matéria?
Dizem que as “cinzas” são o que sobra do “enterro da tristeza”, em face dos cinco dias de “alegria”, ou, ainda, são o que sobrou de tal espetáculo. Em realidade, a única cinza que o cristão de um modo geral deveria encontrar seria aquela que representa o ENTERRO do seu passado de erros, pulverizado por um presente de acertos e esforços no sentido do progresso real.
Como diretriz segura, sempre a advertência paternal contida no livro básico, acerca da idéia que se tenha do homem que busca o refinamento de seus gozos nos “excessos” de toda ordem, encontramos: “Pobre criatura que devemos lastimar, e não invejar, porque está bem próxima da morte!” E, em complemento, o preciso comentário de Kardec aponta: “O homem que procura, nos excessos de toda espécie, um refinamento dos gozos, coloca-se abaixo dos animais, porque estes sabem limitar-se à satisfação de suas necessidades. Ele abdica da razão que Deus lhe deu para guia e quanto maiores forem os seus excessos, maior é o império que concede à sua natureza animal sobre a espiritual. As doenças, a decadência, a própria morte, que são a conseqüência do abuso, são também a punição da transgressão da lei de Deus.”
A embriaguez, a luxúria, as fantasias e a experimentação (desde alucinógenos até práticas sexuais bizarras) demonstram o enorme desejo de “fuga da realidade” que persegue inúmeros seres, que não desejam “aproveitar” a presente vivência, pelos compromissos e responsabilidades que a vida na matéria, em uma nova encarnação, propicia e enquadra.
Não vemos, por fim, outro caminho que não seja o da “abstinência” sincera, do controle das sensações e instintos, da canalização das energias, empregando o tempo de “folga” do carnaval para a descoberta de si mesmo, o entrosamento com os seres mais próximos (sobretudo os familiares), o aprendizado (seja através de livros e filmes instrutivos ou pela freqüência a eventos espíritas, educacionais, culturais, filosóficos ou religiosos que sejam programados) ou mesmo o descanso, já que o ritmo frenético do dia-a-dia exige cada vez mais preparo e estrutura físico-psicológica para os embates das “lutas da vida”.
Não que estejamos, com isso, advogando que o espírita cristão deva estar protegido sob uma redoma de vidro, para que não se contamine com os “males” do mundo. Não vemos nenhum problema em passeios pela cidade, presenciando a agitação do momento, ou, mais organizadamente, assistindo de arquibancada o colorido e o movimento de passistas de escola de samba. O maior problema não é a aproximação, em si, do “foco” dos festejos, mas a participação ativa, junto àqueles que ainda se comprazem em energias de teor inferior e que se valem do expediente de “extravasar” a alegria, para o cometimento de excessos de variado jaez.
Se fizéssemos da “festa”, enfim, um evento em que todos brincassem num clima sadio, sincero e de legitima confraternização, os resultados, com certeza, seriam bem diferentes...
Em tudo e por tudo, nós mesmos é que somos os principais responsáveis e os juízes de nós mesmos. Lembremo-nos, em face da atual oportunidade de trabalho e soerguimento, dos dizeres de Jesus, ao tratar do “Mordomo Infiel”: “Dá conta da tua administração” (Lc 16: 1-12)
O que estamos, então, fazendo de nossas vidas? Meditemos...
Mais uma vez pensemos nisso...
Soli Deo Gloria...
Dominus Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
Eu sou RAY PINHEIRO.
AH! ESSE VÍCIO DE PRESTÍGIO EM NÓS !!! ( RAY PINHEIRO )
AH! ESSE VÍCIO DE PRESTÍGIO EM NÓS.
"O choque, que o homem experimenta, do egoísmo dos outros é o que muitas vezes o faz egoísta, por sentir a necessidade de colocar-se na defensiva. Notando que os outros pensam em si próprios e nao nele, ei-lo levado a ocupar-se consigo, mais do que com os outros. Sirva de base às instituições sociais, às relações legais de povo a povo e de homem a homem o princípio da caridade e da fraternidade e cada um pensará menos na sua pessoa, assim veja que outros nela pensaram. Todos experimentarão a influência moralizadora do exemplo e do contato. Em face do atual extravasamento de egoísmo, grande virtude é verdadeiramente necessária, para que alguém renuncie à sua personalidade em proveito dos outros, que, de ordinário, absolutamente lhe não agradecem".
O Livro dos Espíritos - Questão 917 - Fénelon.
Acostumamos enunciar nos meios espíritas que somos orgulhosos. Admitimos essa imperfeição, mas temos que reconhecer que ainda somos inaptos para detectar seus traços em nossa personalidade. Façamos então uma singela análise em uma de suas mais variadas manifestações sutis. Escolhamos a esfera da vaidade!
O perfil moral dos habitantes da Terra guarda uma feição comum que é a necessidade de valorização e reconhecimento pessoal, o que seria muito natural não fosse nossa paixão no egoísmo. No entanto essa necessidade tem constituído uma tormenta social: considerando que todos querem ser prestigiados, quem ficará para prestigiar?
Pouquíssimos são os que se encontram sensibilizados para a arte da alteridade, dispostos a destacar conquistas e valores no outro. Esse é o choque do egoísmo a que se refere Fénelon: cada um querendo que o outro pense nele sem se preocupar com os demais, oferecendo motivações para o descaso e egocentrismo.
Observe o amigo da Terra um exemplo. Se você iniciar uma narrativa que destaque seus valores individuais ou algum episódio de êxito na sua existência, quem estiver lhe ouvindo logo iniciará um processo similar, sem sequer ocupar-se em ouvir sua história ou dela tirar algum proveito. É como diz Fénelon: "Notando que os outros pensam em si próprios e não nele, ei-lo levado a ocupar-se consigo, mais do que com os outros".
O vício de prestígio consome a criatura em disputas inglórias e imaginárias por apreço e consideração. O mundo mental desses viciados desgasta-se em busca de aprovação de todos, e quando alguém não lhe rende as homenagens e tributos esperados, é considerado um opositor ou indiferente. Seu principal malefício é essa espera de aceitação e consideração incondicionais, como se todas as pessoas tivessem a obrigação de enaltecê-lo.
Como é portador de muita suscetibilidade, pequenas desatenções e discordâncias são recebidas pelo viciado com revolta e mágoa suficientes para instalar um "pânico de revolta íntima", como se mentalmente indagasse: "por que esse súdito não me homenageou?"
Assim como existe a dependência química de tóxicos, existe a dependência psíquica de evidência e reconhecimento individual. Esse tipo de viciado é escravo da auto-imagem exarcebada que faz de si mesmo.
As causas desses vícios podemos verificar na infância, quando a criança é levada à níveis abusivos de repressão no lar, dependendo de aprovação para tudo, tornando-se insegura, sem autoconfiança, crescendo como um adulto frustrado outro tanto, de forma mais intensa ainda, verificamos as raízes desse mal nas pregressas existências, quando a alma acostumou-se aos faustosos títulos sociais e às honras individualistas que sempre lhe alimentavam o ego insaciável, na sedimentação da "cultura do melhor em tudo".
A educação na sociedade moderna destina-se ao aplauso, ao êxito, e raramente educa-se para saber perder ou lidar bem com derrotas e críticas. Treina-se para a passarela do sucesso e a necessidade de aprovação e reconhecimento social, sem se preparar para o auto-amor. O vício de prestígio é um sintoma claro de que não nos plenificamos conosco próprio, de ausência de auto-realização, de amor a si próprio. Se nos amássemos, não teríamos tanta dependência de opiniões e atitudes alheias.
O que impulsiona esse vício, mas que a necessidade de ser aceito, é o medo da rejeição: um dos sentimentos mais camuflados e comuns da humanidade, que pode ser estimulado pelas causas acima citadas.
Esse cenário moral é um convite imperioso para que trabalhemos para a formação de um "perímetro" de relações sinceras, onde se possa forjar o caráter objetivando a aquisição dos hábitos altruístas e o desprendimento dessa neurótica necessidade de tributos personalísticos. Recordemos a oportuna recomendação de Jesus para convidarmos coxos e estropiados quando dermos um banquete...
Tal quadro de indigência espiritual e afetiva induz-nos a grave reflexão: estariam nossos círculos de Espiritismo Cristão atendendo a essa construção do ambiente regenerativo de nossas almas? Ou será que, mesmo nas frentes de serviços com Jesus, estaríamos cultivando as amizades de conveniência que nos garantam a "nutrição da bajulação", mantendo os feudos de glórias pessoais?
O momento de transição da humanidade é instante de árduas comoções. O egoísmo precisa ser estirpado e para isso somos todos convidados, de uma forma ou de outra, a descer dos "tronos" da falsa superioridade ou sair da "cabeceira" das decisões individualistas.
É tempo de abnegação e renúncia!
Convenhamos: nossa parcela de personalismo é enorme, mesmo nas lições de amor às quais nos afeiçoamos junto aos labores doutrinários. Anotemos assim algumas de sua rotineiras formas de se apresentar, a fim de matricularmo-nos numa auto-avaliação sobre a possibilidade de ainda nos encontrarmos prazerosos com o vício do prestígio pessoal:
- Aversão à crítica.
- Mendicância de reverência.
- Gosto pela pompa.
- Imposição de pontos de vistas.
- Melindre nas discordâncias.
- Mágoa alimentada.
- Importância conferida ao nosso nome.
- Apego a tarefas.
- Vício do elogio.
Com todo o respeito que devemos uns aos outros, não podemos deixar de assinalar que entre nós, os devotos da causa espírita, encontram-se lamentáveis episódios de vaidade. Alguns corações, mais doentes que mal intencionados, não conseguiriam "manter-se espíritas" sem a reverência coletiva!!!...
Contudo, a "vitrine da fama" não foi feita para os discípulos do Cristo, e nossa maior conquista espiritual é o poder de negar a si mesmo. o trabalhador em busca de reconhecimento pessoal efetivamente nao serve à causa de Jesus.
Fénelon refere-se à força moralizadora do exemplo como forma de renovar as relações de homem a homem. Certamente essa indicativa é admirável receita para nossa recuperação frente ao descontrolado vício de ser valorizado. E para iniciarmos um processo educativo nesse sentido, deixemos uma dica preciosa na mudança dos nossos hábitos: comecemos a falar menos de nós e estejamos mais atentos em prestigiar o outro...
Mais uma vez pensemos nisso...
Soli Deo Gloria...
Dominus Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
Eu sou RAY PINHEIRO.
AH! ESSA TUA VIDA !!! ( RAY PINHEIRO )
AH! ESSA TUA VIDA ...
Focalizamos tua vida , para que possas conosco estudar
alguns aspectos da tua filosofia de vida e corrigir o que possas, desde que seja
para melhor. Já analisaste o que vens fazendo todos os dias, com o tempo que
Deus te deu?
Já observastes os resultados ? São promissores? Se nada
fizeste nesse sentido, não está usando a sua inteligência e esqueceste a razão,
pois o Senhor te dotou destas faculdades para serem úteis a ti
mesmo.
Se queres comungar conosco em um trabalho de atividade
espiritual, vamos verificar quais os valores que devem ser usados, qual a arma
que pode ser útil às tuas lutas. Achamos que deve ser o SILÊNCIO, gesto
iluminado , quando no lugar certo .
A
auto educação não pode ser anunciada aos sons de trombetas que a vaidade
acionará se existirem segredos este é um deles . Para que respeitemos a vida ,
corrigir nossos defeitos é nosso dever não é caridade para com os outros — é a
caridade em nosso favor.
Procura trabalhar dentro desse principio no maior SILÊNCIO
possível, porque sem anunciar nossas qualidades , os outros percebem e começam a
fazer o mesmo . Eis que aí serás um fortificante espiritual, que se chama
discrição, com uma paz de difícil conquista, que se chama
humildade.
Deves omitir sempre o bem que fazes a ti e aos outros
anunciar o mal que estás fazendo ou que pretendes fazer, também não é
compensador. Usa a boca do exemplo , que ele fala mais alto aos corações e
escreve com letras de luz em tudo o que existe, falando no idioma universal –
vibratório – sem qualquer pretensão de ser visto como
benfeitor.
Faze a tua vida de exemplos dignificantes, pois o que fazes
são sementes plantadas e fecundadas na lavoura de ti mesmo, onde colherás o que
plantaste a lei sempre nos dá o que merecemos e a justiça sempre faz uma
revisão naquilo que chega para nós sem a consciência possa gritar "não mereço
".
Não condenes as pessoas pelo que está passando a culpa
pode não ser sua às vezes são processos de despertamento espiritual para que
possas no amanhã ser filho da luz . A perfeição é filha do esforço , como
devedora da disciplina fica tranquilo no que tange aos acontecimentos sejam
quais eles forem e tem confiança em DEUS porque ele sabe o que
faz.
Entrementes, não cruzes os braços! A vida feliz depende do
esforço de cada criatura , em todas as direções . Quem pretende melhorar, sempre
melhora, desde que não esmoreça no caminho.
A língua coça quando tua conduta começa a melhorar, apaga esse
impulso, pois ele está sempre envernizado pelo orgulho e pela
vaidade.
Silencia no que se refere a mostrar aos outros o que fazes
ou pretendes fazer em teu favor quem cala, ganha mais. Ocupa tua vida em
construir sem propagar, usando o teu próprio verbo. Deixa tua vida circular na
vida maior, porque essa seiva divina te dará intuição na marcha para Deus, sobre
o que deves fazer.
A tua casa é um dos lugares onde deve ser lembrado o Cristo e o
melhor meio é através do culto do Evangelho, para que depois ela possa refletir
em tua vida.Então...vamos pensar nisso...
Soli Deo Gloria...
Dominus Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
Eu Sou RAY PINHEIRO.
AH! O RIO QUE EM SÃO JOÃO DEL REI / MG NÃO GOSTAVA DE MUDAR SEU CURSO !!! ( RAY PINHEIRO )
AH! O RIO QUE EM SÃO JOÃO
DEL REI / MG NÃO GOSTAVA DE MUDAR SEU CURSO.
Movimento significa
contínua transformação, mudança,
aprendizado. Significa evolução.
DEL REI / MG NÃO GOSTAVA DE MUDAR SEU CURSO.
Movimento significa
contínua transformação, mudança,
aprendizado. Significa evolução.
Isso nos faz lembrar da
historinha sobre o sentido da vida.
historinha sobre o sentido da vida.
Ela diz que somos todos como o
rio que vai descendo, procurando o melhor caminho.
rio que vai descendo, procurando o melhor caminho.
Podemos nos enganar
muitas vezes mas isso fará parte do
aprendizado e não da derrota.
muitas vezes mas isso fará parte do
aprendizado e não da derrota.
Podemos cansar de tudo
e, deprimidos, querermos até desistir.
e, deprimidos, querermos até desistir.
Então, parados,
transformamo-nos em lagos, para assim
podermos provar a nós mesmos que
transformamo-nos em lagos, para assim
podermos provar a nós mesmos que
estamos sozinhos e que o
universo ao redor, com sua mania de
movimento e transformação,
universo ao redor, com sua mania de
movimento e transformação,
não nos diz respeito e tudo
que se dane.
que se dane.
No entanto, começa a cair uma chuvinha irritante
que termina nos fazendo transbordar e
lá vai
que termina nos fazendo transbordar e
lá vai
o rio descendo
novamente, seguindo caminho,
inapelavelmente.
novamente, seguindo caminho,
inapelavelmente.
O rio, então, muda-se para um lugar onde não chove e
ele possa continuar sua reclusão em
paz, onde ele possa sofrer sozinho sem
ninguém para lhe dar lições de moral.
ele possa continuar sua reclusão em
paz, onde ele possa sofrer sozinho sem
ninguém para lhe dar lições de moral.
Mas aí, acaba
descobrindo que aos poucos está se transformando em vapor, subindo para o céu e virando nuvem.
descobrindo que aos poucos está se transformando em vapor, subindo para o céu e virando nuvem.
Ele até pensa em
aproveitar e seguir como uma nuvem até
o pólo sul,
aproveitar e seguir como uma nuvem até
o pólo sul,
onde desceria como neve
e ficaria como aquelas montanhas de
gelo, solitárias e auto-suficientes.
e ficaria como aquelas montanhas de
gelo, solitárias e auto-suficientes.
Mas só de pensar no quanto
teria de se transformar, desiste.
teria de se transformar, desiste.
Além do mais quem
garante que até elas não evaporem mesmo
com o sol fraco dos pólos?
garante que até elas não evaporem mesmo
com o sol fraco dos pólos?
Achando aquilo tudo o
cúmulo da aporrinhação e intromissão, o rio enfim decide esconder-se numa
caverna profunda, a mais profunda que
houvesse, no centro do planeta, onde enfim pudesse ser um pequeno lago, eternamente tranquilo e sem ninguém a
lhe dar conselhos sobre evolução e
transformação.
cúmulo da aporrinhação e intromissão, o rio enfim decide esconder-se numa
caverna profunda, a mais profunda que
houvesse, no centro do planeta, onde enfim pudesse ser um pequeno lago, eternamente tranquilo e sem ninguém a
lhe dar conselhos sobre evolução e
transformação.
Foi um esforço tremendo.
Teve que primeiro
transformar-se em chuva e umedecer bem
as rochas, depois penetrá-las e descer
por dentro delas, tendo sempre que
buscar reforço quando o calor ameaçava
estragar tudo.
transformar-se em chuva e umedecer bem
as rochas, depois penetrá-las e descer
por dentro delas, tendo sempre que
buscar reforço quando o calor ameaçava
estragar tudo.
Pensou várias vezes em
desistir mas aquilo era sua única
saída.
desistir mas aquilo era sua única
saída.
Sabia que talvez levasse
toda a vida provando sua tese mas
valeria a pena.
toda a vida provando sua tese mas
valeria a pena.
Por fim terminou conseguindo.
Virou um lago no fundo da
caverna mais profunda.
caverna mais profunda.
Mostrou ao mundo que
podia ficar deprimido e desistir de
tudo, tinha esse direito de não querer
seguir em frente, de não querer se
transformar em um mar , pois em SÃO JOÃO DEL REI / MG , temos Montanhas e lindo
ceu azul .
podia ficar deprimido e desistir de
tudo, tinha esse direito de não querer
seguir em frente, de não querer se
transformar em um mar , pois em SÃO JOÃO DEL REI / MG , temos Montanhas e lindo
ceu azul .
Então, completamente exausto, sorriu satisfeito e morreu.
E a morte veio saudar-lhe com
todas as honras.
todas as honras.
Afinal,
um rio que dedicou sua
vida inteira a se transformar no lago mais distante da mais profunda caverna, e conseguiu, é mesmo um rio bem especial.
vida inteira a se transformar no lago mais distante da mais profunda caverna, e conseguiu, é mesmo um rio bem especial.
Um rio que captou como nenhum
outro que a evolução é o
sentido da vida.
MORAL DA HISTÓRIA:
outro que a evolução é o
sentido da vida.
MORAL DA HISTÓRIA:
Tudo se transforma, cada
um a seu modo,
um a seu modo,
ainda que insista em
não se transformar.
não se transformar.
Pensemos
nisso...
nisso...
CRUX DEI VIRTUS
EST...
EST...
SOLI DEO
GLORIA...
GLORIA...
DOMINUS
TECUM...
TECUM...
NAMASTÊ...
FRATERNALMENTE,
EU SOU RAY
PINHEIRO.
PINHEIRO.
AH! ESSA NOSSA DOUTRINA ESPÍRITA CRISTÃ NA PÁSCOA !!! ( RAY PINHEIRO )
Ah! Nossa
Doutrina Espírita Cristã Na Páscoa...
Doutrina Espírita Cristã Na Páscoa...
O Espiritismo
Cristão não celebra a Páscoa , mas respeita as manifestações de religiosidade
das diversas igrejas cristãs , e também não proíbe que seus adeptos manifestem
sua religiosidade.
Páscoa , ou Passagem , simboliza a libertação do povo
hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito , mas no Cristianismo
comemora a ressurreição do Cristo , que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da
nossa era , e celebra a continuidade da vida.
O Espiritismo , embora
sendo uma Doutrina Cristã , entende de forma diferente alguns dos ensinamentos
das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição , para nós , Espíritas Cristãos
, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos , com seu corpo espiritual
, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição
corporal , física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do
nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e
perdão é muito maior que qualquer milagre , até mesmo a
ressurreição.
Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu
simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da
ignorância , das mazelas humanas , para o conhecimento , o comportamento
ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a
transformação. A Páscoa Cristã , representa a vitória da vida sobre a morte , do
sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se
Executar homens , mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras , os
grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Como a
Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte , eu Ray Pinheiro e meu
irmão e amigo de fé Valdomiro Cimino , queremos deixar firmado o conceito que
aprendemos no Espiritismo Cristão , que a vida só pode ser definida pelo amor, e
o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo
para que tivéssemos vida em abundância , isto é , plena de
amor.
Cristão não celebra a Páscoa , mas respeita as manifestações de religiosidade
das diversas igrejas cristãs , e também não proíbe que seus adeptos manifestem
sua religiosidade.
Páscoa , ou Passagem , simboliza a libertação do povo
hebreu da escravidão sofrida durante séculos no Egito , mas no Cristianismo
comemora a ressurreição do Cristo , que se deu na Páscoa judaica do ano 33 da
nossa era , e celebra a continuidade da vida.
O Espiritismo , embora
sendo uma Doutrina Cristã , entende de forma diferente alguns dos ensinamentos
das Igrejas Cristãs. Na questão da ressurreição , para nós , Espíritas Cristãos
, Jesus apareceu à Maria de Magdala e aos discípulos , com seu corpo espiritual
, que chamamos de perispírito. Entendemos que não houve uma ressurreição
corporal , física. Jesus de Nazaré não precisou derrogar as leis naturais do
nosso mundo para firmar o seu conceito de missionário. A sua doutrina de amor e
perdão é muito maior que qualquer milagre , até mesmo a
ressurreição.
Isto não invalida a Festa da Páscoa se a encararmos no seu
simbolismo. A Páscoa Judaica pode ser interpretada como a nossa libertação da
ignorância , das mazelas humanas , para o conhecimento , o comportamento
ético-moral. A travessia do Mar Vermelho representa as dificuldades para a
transformação. A Páscoa Cristã , representa a vitória da vida sobre a morte , do
sacrifício pela verdade e pelo amor. Jesus de Nazaré demonstrou que pode-se
Executar homens , mas não se consegue matar as grandes idéias renovadoras , os
grandes exemplos de amor ao próximo e de valorização da vida.
Como a
Páscoa Cristã representa a vitória da vida sobre a morte , eu Ray Pinheiro e meu
irmão e amigo de fé Valdomiro Cimino , queremos deixar firmado o conceito que
aprendemos no Espiritismo Cristão , que a vida só pode ser definida pelo amor, e
o amor pela vida. Foi por isso que Jesus de Nazaré afirmou que veio ao mundo
para que tivéssemos vida em abundância , isto é , plena de
amor.
Vamos pensar com
muito carinho sobre tudo isso...
muito carinho sobre tudo isso...
Crux Dei Virtus
Est...
Est...
Sole Dei
Gloria...
Gloria...
Dominus
Tecum...
Tecum...
Namastê...
Fraternalmente,
RAY PINHEIRO.
Assinar:
Postagens (Atom)