sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

VEM AI MAIS UM APROVEITADOR DE SITUAÇÕES , ESSE TAL DE CIRO GOMES , TODO CUIDADO É POUCO !!!


VEM AI MAIS UM APROVEITADOR DE SITUAÇÕES , ESSE TAL DE CIRO GOMES , TODO CUIDADO É POUCO !!!
Com o impeachment bem fundamentado dentro das leis brasileiras , dessa tal ex presidanta Dilma Dilmente Rousseff , a esquerda brasileira já vem buscar a sua reorganização desde já.
A personificação dessa reorganização está na figura do ex-governador do Ceará e ex-ministro esse tal de Ciro Gomes, recém-ingresso em um dos partidos mais fiéis da exterminada base governista do desgoverno petista petralha, o PDT. O paulista radicado no Ceará tem reunido em torno de si praticamente toda a esquerda, da ala social-democrata até os mais ferrenhos governistas petistas com o seu discurso podre e revanchista.
Poderia ser a esquerda brasileira procurando um novo nome para renovar o espectro, após o fracasso do desgoverno do PT PETRALHA. Mas, esse tal de Ciro já é uma figurinha carimbada da política brasileira. Em 1979, o então estudante de direito da Universidade Federal do Ceará, foi vice-presidente da chapa “Maioria” na eleição da União Nacional de Estudantes. Tal chapa era apoiada pelo PDS, partido que dava sustentação ao governo militar e pelo mesmo PDS, Ciro foi eleito deputado estadual no estado nordestino em 1982.
No ano de 1983, esse tal de Ciro trocava pela primeira vez de partido. Deixava o PDS rumo ao PMDB, partido pelo qual se reelegeu deputado estadual em 1986 e, dois anos mais tarde, esse tal de Ciro liderou junto com Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e Tasso Jereissati o racha interno do PMDB, que deu origem nascer o PSDB, com um detalhe esse sujeito não para em partido nenhum.
Pelo partido tucano que esse tal de Ciro começa a ganhar expressão nacional, sendo eleito governador em 1990 e começando a formar uma máquina eleitoral forte no estado, tornando-se o mais novo coronel da política nordestina. Ao final do seu mandato como governador, é convidado pelo finado Presidente Itamar Franco para assumir o Ministério da Fazenda, substituindo Rubens Ricupero pelo chamado “escândalo da parabólica”, ficando na cadeira até a posse de Fernando Henrique Cardoso.
Em 1996, sua máquina política elege seu irmão, Cid Gomes, prefeito da cidade de Sobral, ainda pelo PSDB. Após as eleições municipais de 1996, esse tal de Ciro é convidado pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire para ingressar nas fileiras do partido. Nos anos de 1998 e 2002, Gomes se lança candidato à presidência pela legenda, ficando em terceiro lugar em 1998 e em quarto em 2002. Esse tal de Ciro consegue, ainda, com sua máquina política, eleger em 2002 sua ex-esposa, Patrícia Saboya ao Senado , ninguém merece.
Com a posse do petista petralha Lula Molusco, Esse tal de Ciro é convidado para integrar o Ministério da Integração Nacional, ocupando a pasta de 2003 até 2006, quando se lançou a deputado federal em mais uma troca partidária: Esse tal de Ciro deixava o PPS, que desembarcara da base governista e migrava junto com seu irmão Cid para o PSB. Neste contexto, esse tal de Ciro elege-se deputado federal e o seu irmão, governador do estado. Na eleição de 2006 esse tal de Ciro coloca mais um integrante da família Gomes na máquina administrativa do Ceará, com a eleição de seu irmão Ivo Gomes para o cargo de deputado estadual, enquanto ajuda na reeleição de seus irmãos para os cargos de governador e deputado estadual e articula, no segundo turno, a campanha da candidata petista petralha Dilma Dilmente Rousseff à presidência da república pelo PT PETRALHA.
Esse tal de Ciro, então, é nomeado por seu irmão Cid para a Secretaria Estadual de Saúde em 2013, quando realiza mais uma troca partidária. Com o desembarque do PSB da base governista ele, e boa parte dos seus aliados políticos, se mudam para o recém-criado PROS. Em 2014, a máquina da família Gomes ajuda a eleger o petista Camilo Santana ao governo do estado. Tal fidelidade ao desgoverno Dilma Dilmente fez com que o irmão de Ciro, Cid Gomes, assumisse o Ministério da Educação. Porém, após uma discussão entre Cid e o presidente da Câmara de Deputados, Eduardo Cunha, envolvendo até troca de ofensas entre os dois, Cid perde o cargo de ministro.
Ciro Gomes já vinha preparando nos bastidores a sua volta ao cenário, deixando a área de articulação política e, no início desse ano, ele, seu irmão, Ivo e seus aliados deixam o PROS rumo ao PDT. Hoje, Ciro Gomes está sintonizando seu discurso com a militância acadêmica e política de esquerda, carentes de lideranças após os andamentos da Operação Lava-Jato e a queda gradual do ex-presidente Lula Molusco e da ex presidanta Dilma Dilmente Rousseff, para ser o candidato a presidência em 2018.
Reunindo em torno de si todos os “órfãos do PT PETRALHA”, esse Ciro Gomes não significa a renovação do sistema político e, sim, mais um dos políticos profissionais e fisiologistas que a população brasileira se cansou de ver e ouvir. Representa em si tudo que buscamos fugir, que é a fusão entre o socialismo e o fisiologismo, fusão essa que ajudou a deteriorar o país nesses últimos treze anos de desgoverno do PT PETRALHA.
Rumo a 2018 esquerda já iniciou o DESCARTE de LULA MOLUSCO , “Direita” permanece estacionada...
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​“CANALHAS” é o termo usado por esse tal de CIRO Gomes para se referir ao Presidente Michel TEMER.
Visando 2018 a esquerda já iniciou o DESCARTE de LULA , “Direita” permanece estacionada.
Tendo como quase certa a prisão desse sem vergonha petista petralha , indiciado , réu , investigado , LUIS INÁCIO LULA MOLUSCO , a esquerda não pode mais esperar, tem que se unir agora em torno de um nome com possibilidades reais de ser eleito em 2018. O nome escolhido parece ser esse tal de CIRO GOMES. Em vários veículos esquerdistas o nome do ex-governador e ex-ministro começou a aparecer durante essa semana.
Esse tal de Ciro é um nome conhecido e carismático de FORA do Partido dos Trabalhadores petralhas e que já recebeu votações expressivas no NORDESTE seu curral eleitoral , e último reduto eleitoral das esquerdas , é tudo que a esquerda radical precisa para iniciar sua campanha.
Enquanto isso a maior parte da sociedade brasileira, que já se mostra cada vez mais contra ideais esquerdistas, ainda não estabeleceu um acordo em torno de UM NOME que tenha mínimas possibilidades de concorrer com CHANCES REAIS em 2018.
Uma reprise de 2014?
A grande probabilidade, pelo que se percebe até o momento, é que a sociedade produtiva e que diz desejar mudanças para o país, pela definitiva ausência de um nome que se enquadre em seus anseios, tenha novamente que se focar em apoiar o candidato chamado “menos pior”, que tenha pelo menos alguma possibilidade de derrotar o principal nome da esquerda, exatamente como ocorreu em 2014.
Eu sou Ray Pinheiro , indignado e sem medo.

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